PROGRAMAÇÃO
O esforço em desenhar uma formação robusta e relevante se traduz em uma programação capaz de oferecer um percurso conciso, porém completo, no universo das negociações climáticas.
15/09
ENCONTRO 1
A COP31 E A MUDANÇA DE MARCHA DO REGIME CLIMÁTICO
Paris bateu no teto?
Analisar o estado atual do regime climático internacional, que aos 30 anos entrou numa crise de maturidade agravada pelo colapso do multilateralismo. Entender o que é essa nova fase do sistema, o que ele pode entregar e o que precisa mudar para dar conta do desafio da implementação.
A arquitetura da Implementação
Conhecer os novos mecanismos de implementação criados a partir da COP30, como eles se relacionam entre si e onde entra o maior desafio, que é a eliminação dos combustíveis fósseis nesse novo arranjo.
17/09
ENCONTRO 2
FINANCIAMENTO, A ETERNA MÃE DE TODAS AS TRETAS
Do B2B ao 2.1C: o que dá para avançar na COP31
Analisar os desdobramentos da agenda de financiamento após a COP30 , com foco no Programa de Trabalho sobre no Artigo 9 (incluindo o 9.1), na nova fase de implementação do artigo 2.1.c e o Baku to Belém Roadmap, entendendo em que pé estão as negociações após Bonn, os principais entraves e o que é possível alcançar na COP31 e adiante.
E o Brasil?
O que o Brasil tem feito e o que podemos esperar neste tópico.
29/09
ENCONTRO 3
A ESPERANÇA DE ANTÁLIA: O MECANISMO DE TRANSIÇÃO JUSTA
Como garantir que a transição justa saia do papel na COP31
Analisar o percurso da transição justa nas negociações desde a decisão da COP30 que criou o mecanismo até a disputa atual sobre seu desenho, explorando seu potencial transformador para os setores em transição e, principalmente, para as comunidades impactadas, e os caminhos estratégicos para assegurá-lo na COP31.
E o Brasil?
O que o Brasil tem feito e o que podemos esperar neste tópico.
01/10
ENCONTRO 4
ADAPTAÇÃO EM COMPASSO DE ESPERA PARA A COP32
Entre Belém e a COP32: as tensões e apostas da agenda de adaptação
Apresentar o panorama das negociações de adaptação rumo à COP31, analisando as tensões em torno do GGA e o papel do Comitê de Adaptação na busca por coerência dentro da arquitetura da adaptação, com maior sinergia entre as agendas e engajamento das partes interessadas para elevar a ambição.
E o Brasil?
O que o Brasil tem feito e o que podemos esperar neste tópico.
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